CRIANÇA

Criança da Nova Era? Xi! Tem aos montes! Felizes os lares que as recebem. São problemáticas? Pode até ser, se não forem amadas e respeitadas. São crianças vindas de mundos mais evoluídos, não vêm para aprender, e sim ensinar… Precisam ser amadas. Não o amor que sufoca, mas o amor que concilia e compreende.

Encaminhar uma criança é passo muito sério, no entanto dá tanta alegria… O que se vive na infância nunca mais é esquecido. Quantas crianças, pobrezinhas, nada têm de bom para recordar. E quando o recordar é triste, ao se tornar adulta as lembranças podem se reverter em revolta, desânimo, frieza e indiferença; resultado dos maus tratos. Quando a criança começa a ter certo entendimento, é saudável passar para ela – em linguagem própria à sua idade – a existência de uma Força Superior, Divina, que nós humanos chamamos de DEUS, o único Amigo em que elas podem confiar integralmente.

Pais que não explicam aos filhos que a vida é um bem divino correm o risco de vê-los acreditarem que o mundo de quase horror em que vivemos hoje, é o real. Se a criança receber amor, passará amor. Se receber maus tratos, maltratará. Se for violentada, violentará. Desde que pela primeira vez abre os olhos, o espírito da criança anseia por ser bem recebida. Crianças da Nova Era vêm para fazer da Terra um mundo melhor. Se não forem tratadas com amor e respeito, correm o risco de tornar-se o que estamos vendo: adolescentes procurando refúgio nas drogas, na bebida, no fumo, no sexo desenfreado, e nos perigosos esportes radicais. O início é tudo… 

A vida é bela! Vamos embelezá-la ainda mais dando às crianças o respeito que elas merecem. Esbanjemos amor, e dentro do grau de entendimento delas, falemos das coisas boas do mundo, pois elas existem. Falemos da necessidade de respeitar todas as formas de vida, falemos dos Gênios da Natureza, os elementaizinhos, dentre os quais os Gnomos e as Fadinhas são os mais badalados. Falemos do Mundo Maravilhoso da Fantasia, da historinha da Alice, que são os Mundos Subterrâneos, sem esquecer de mencionar que os povos desses mundos viajam em naves interplanetárias, que nós humanos chamamos de discos voadores. Falemos, enfim, que o espírito delas sabe tudo isso, mas ao reencarnar, esquecem… Ajudemo-las a recordar…

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Zélia Scorza Pires

São Lourenço, 03 de março de 2005

 

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