Henrique José de Souza – 09 de Setembro de 2013

Há 50 anos um Homem incomum, de mente brilhante, após cumprir sua Missão no Mundo da Superfície, retornou ao seu Mundo de Origem após trabalhar incansavelmente pela evolução humana. Desde que a este mundo veio, maya* conseguiu encobri-lo de forma a ser confundido como um ser igual a tantos outros, a fim de protegê-lo contra as forças antagônicas que sempre tentam desviar do caminho, todos aqueles cuja Luz é tão intensa que incomoda…

Desde criança Henrique confiava na Voz Interna; foi essa Voz que aos poucos foi dando a ele noção de uma Missão a cumprir; mas qual Missão, em que ela consistia, ele só viria saber quando homem, quando então compreendeu a seriedade e a responsabilidade que lhe cabia, Trabalho que ele próprio definiu como medonho, e provavelmente inédito se comparado a de tantos outros Luminares que o antecederam. Sim, a Missão de Henrique envolvia o soerguimento de Hierarquias divinas caídas; a redenção de um continente até hoje considerado lenda; dar as Revelações próprias do Novo Ciclo Aquariano; e entrar em combate mental e psicofísico com um Ser de igual força e poder, até que harmonizados Bebessem ambos na mesma Taça o Sabor da Vitória, para então prosseguirem com um Trabalho há milênios interrompido…

De tal maneira a Divindade vibrava em Henrique, que para ele era impossível conter a índole do amor e do perdão, daí o sofrimento ser uma constante em sua vida. A missão que lhe competia era como um ponto de interrogação; poderia dar certo ou não, terminaria de forma favorável ou não à Divindade que em seu interior se abrigava e com ele sofria junto.

Teve glórias? Sim, Henrique teve, mas não na Face da Terra onde não foi reconhecido publicamente, mas no seu Mundo de Origem para onde retornou em 09 de Setembro de 1963, foi recebido como um Novo Hércules, vencedor de todas as Batalhas. A este herói dos heróis nossa humilde homenagem neste blog, muito aquém do seu merecimento, e os 50 anos de ausência completados em 2013, apenas é no físico, já que nos acostumamos a achar que só vendo, tocando, falando, está presente o Mestre. Não é verdade. Seres de elevada espiritualidade, por compaixão não abandonam os eleitos do ciclo, não porque sejam melhores que as demais pessoas, mas porque por esforço próprio procuram seguir as pegadas do avatara**.

* Maya = ilusão.  ** Avatara = manifestação da Divindade.

Zélia Scorza Pires

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